Agora,com a volta da transmissão das sessões da Câmara online,podemos acompanhar o desempenho de nossos vereadores.
Conrado e Cesinha mandando bem!Parabéns pelo pronunciamento de ambos!
E preocupação com o setor da Saúde!Querem fechar o PS,com capacidade de 900 atendimentos/dia e manter apenas a UPA,que terá capacidade de apenas 400 atendimentos/dia!
O fim!!Um deveria complementar o outro!Itanhaém carece de bons médicos,mesmo para quem tem convênio.E emergências,só no PS,infelizmente.
E o próprio presidente da Câmara afirmou que munícipes dependem de favores políticos para conseguir uma vaga no Regional ou uma transferência!Então,quem não tem padrinho,morre pagão.Literalmente!É Itanhaém,é Brasil!
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
domingo, 25 de agosto de 2013
“Projeto quebra monopólio e fortalece a verdadeira liberdade de expressão”
"Altamiro Borges, presidente do Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé, é uma das lideranças que assina o Projeto de Lei de Iniciativa Popular para democratizar os meios de comunicação no Brasil. É editor do Blog do Miro.
Altamiro Borges - Acho que a vida está demonstrando cada vez mais a urgência de um debate sério sobre mídia no Brasil. Você está tendo uma mudança muito grande nesse setor, seja com a introdução de novas tecnologias, da internet, seja a própria crise no modelo de negócio das empresas de comunicação. A bola está quicando. Ou a gente debate esse assunto, entende melhor, vê quais são os caminhos ou a coisa vai degringolar. Eu cito o caso da Rede TV que é de dois empresários inescrupulosos que adquiriram uma concessão pública e que usam e abusam dela, desrespeitam o trabalhador, não pagam salários, atrasam salários, desrespeitam direitos trabalhistas.
Você pega a Rede Globo que é uma empresa sonegadora. Milhões de reais sonegados e com esquema nos Estados Unidos, de desvio de grana, de paraísos fiscais. Todo esse setor de mídia está vivendo uma situação de crise muito grande. Nesta situação, o que a mídia faz e principalmente essa mídia que detém concessões públicas, que não é dela, mas ela detém, ela se torna mais fechada ainda, se torna mais intransigente, seja do ponto de vista trabalhista, sindical, de passar por cima, seja intransigente na relação que ela tem com a sociedade, transformando os veículos em partidos políticos. Então, não é a informação. É a manipulação da informação. Daí a urgência de um debate sobre democratização da comunicação no Brasil.
O que se tenta fazer aqui no Brasil foi fazer com que o governo tomasse essa iniciativa a exemplo de outros governos, o que não prosperou. O governo talvez, com uma postura defensiva, acha que não deva mexer com esse vespeiro em função do poder que a mídia ainda exerce.
O FNDC então toma a seguinte decisão: já que o governo não se mexe, a sociedade brasileira é que vai se mexer. E foi com base em um processo de debate bastante rico, democrático, plural, que se elaborou então um Projeto de Lei de Iniciativa Popular.
O projeto tem caráter pedagógico, de envolver a sociedade no debate desse tema, que é muito sério, um trabalho de consciência, de despertar do senso crítico, de envolver. Ao mesmo tempo em que a sociedade se envolve com os debates sobre saúde pública, ela precisa se envolver com o debate sobre mídia, porque mexe com a saúde mental (risos).
O segundo é força de pressão sobre o Congresso Nacional que tem medo de mexer nessa área. Até hoje não regulamentou o que está escrito na Constituição de 88. E fora de pressão sobre o Governo Federal, sobre a presidenta Dilma, para que ela também tome, a exemplo do "Chavista" do Reino Unido, de David Cameron, alguma atitude, que ela se mexa.
Esse projeto tem dois grandes eixos: o primeiro é que esse setor não pode ser monopolizado, não pode ter sete famílias que falem sozinhas pelo país inteiro. A opinião publicada delas não pode ser equivalente a toda opinião pública. Então, é quebrar o monopólio. Ninguém está querendo acabar com a Globo. O que não se quer é que ela tenha o poder de monopólio que ela tem hoje.
A mídia brasileira é tão colonizada que baba pelos Estados Unidos, onde é proibida a propriedade cruzada, que a mesma empresa tenha rádio, TV aberta, TV fechada, revista, jornal. Isso é proibido nos Estado Unidos. (Risos) E isso é permitido no Brasil. Isso cria um pensamento emburrecedor, porque é uma mesma família falando nas várias ferramentas.
E o segundo grande eixo é o estímulo a diversidade e a pluralidade, que a mídia seja mais plural, tem que estimular mais a diversidade.
Quando essa mídia tradicional tentou canalizar os protestos, pegar carona nos protestos, de tentar pautar os protestos. Então, esse midialivrismo, essas redes sociais sabem que incomodam, mas elas não quebram esse poder. Por isso, essa turma já percebeu o seguinte: Ok! Precisamos fortalecer os nossos instrumentos, o nosso ativismo em rede, ativismo na rede, mas precisamos lutar para quebrar o monopólio do lado de lá. Então, são duas batalhas que se travam. É uma batalha para fortalecer esses instrumentos alternativos e outra batalha para quebrar os instrumentos tradicionais, quebrar o monopólio deles.
Uma grande batalha. Acho que o Projeto de Lei de Iniciativa Popular, neste caso, se encaixa como uma luva. Se ele vinga, o que vai depender de muita pressão, ele quebra de um lado o poder monopolístico e por outro lado fortalece a verdadeira liberdade de expressão, fortalece esse novo midiativismo."
Unidade - Como está a campanha pela Democratização da Comunicação que o Instituto Barão de Itataré, é signatário?
Altamiro Borges - Acho que a vida está demonstrando cada vez mais a urgência de um debate sério sobre mídia no Brasil. Você está tendo uma mudança muito grande nesse setor, seja com a introdução de novas tecnologias, da internet, seja a própria crise no modelo de negócio das empresas de comunicação. A bola está quicando. Ou a gente debate esse assunto, entende melhor, vê quais são os caminhos ou a coisa vai degringolar. Eu cito o caso da Rede TV que é de dois empresários inescrupulosos que adquiriram uma concessão pública e que usam e abusam dela, desrespeitam o trabalhador, não pagam salários, atrasam salários, desrespeitam direitos trabalhistas.
Você pega a Rede Globo que é uma empresa sonegadora. Milhões de reais sonegados e com esquema nos Estados Unidos, de desvio de grana, de paraísos fiscais. Todo esse setor de mídia está vivendo uma situação de crise muito grande. Nesta situação, o que a mídia faz e principalmente essa mídia que detém concessões públicas, que não é dela, mas ela detém, ela se torna mais fechada ainda, se torna mais intransigente, seja do ponto de vista trabalhista, sindical, de passar por cima, seja intransigente na relação que ela tem com a sociedade, transformando os veículos em partidos políticos. Então, não é a informação. É a manipulação da informação. Daí a urgência de um debate sobre democratização da comunicação no Brasil.
Unidade – O que é o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), na sua opinião?
AB - O Fórum reúne várias entidades do movimento social brasileiro, que é já um patrimônio da luta pela democratização da comunicação e tenta pressionar o Governo para que ele faça o que os outros não fizeram. Aí vem aquela acusação de que se trata de censura, um governo bolivariano. O governo da Inglaterra, do Reino Unido, o David Cameron, é filhote da Margaret Thatcher, não é um chavista. Não é um comunista. É um conservador que está debatendo a mídia no Reino Unido. A União Europeia agora soltou um documento mostrando que é preciso discutir regramento das comunicações na Europa porque a coisa está vexaminoza, gerando escândalos tipo Berlusconi, na Itália, dono de impérios midiáticos. Então o mundo inteiro está debatendo comunicação.
O que se tenta fazer aqui no Brasil foi fazer com que o governo tomasse essa iniciativa a exemplo de outros governos, o que não prosperou. O governo talvez, com uma postura defensiva, acha que não deva mexer com esse vespeiro em função do poder que a mídia ainda exerce.
O FNDC então toma a seguinte decisão: já que o governo não se mexe, a sociedade brasileira é que vai se mexer. E foi com base em um processo de debate bastante rico, democrático, plural, que se elaborou então um Projeto de Lei de Iniciativa Popular.
O projeto tem caráter pedagógico, de envolver a sociedade no debate desse tema, que é muito sério, um trabalho de consciência, de despertar do senso crítico, de envolver. Ao mesmo tempo em que a sociedade se envolve com os debates sobre saúde pública, ela precisa se envolver com o debate sobre mídia, porque mexe com a saúde mental (risos).
O segundo é força de pressão sobre o Congresso Nacional que tem medo de mexer nessa área. Até hoje não regulamentou o que está escrito na Constituição de 88. E fora de pressão sobre o Governo Federal, sobre a presidenta Dilma, para que ela também tome, a exemplo do "Chavista" do Reino Unido, de David Cameron, alguma atitude, que ela se mexa.
Esse projeto tem dois grandes eixos: o primeiro é que esse setor não pode ser monopolizado, não pode ter sete famílias que falem sozinhas pelo país inteiro. A opinião publicada delas não pode ser equivalente a toda opinião pública. Então, é quebrar o monopólio. Ninguém está querendo acabar com a Globo. O que não se quer é que ela tenha o poder de monopólio que ela tem hoje.
A mídia brasileira é tão colonizada que baba pelos Estados Unidos, onde é proibida a propriedade cruzada, que a mesma empresa tenha rádio, TV aberta, TV fechada, revista, jornal. Isso é proibido nos Estado Unidos. (Risos) E isso é permitido no Brasil. Isso cria um pensamento emburrecedor, porque é uma mesma família falando nas várias ferramentas.
E o segundo grande eixo é o estímulo a diversidade e a pluralidade, que a mídia seja mais plural, tem que estimular mais a diversidade.
Unidade - Nesse contexto qual a importância da mídia alternativa?
AB - A mídia ela vai ter um tratamento curioso. Os barões da mídia adoram criticar tudo. E é um direito deles. Eles criticam o governo, o Legislativo, o Executivo, os sindicatos, por que é do interesses deles. Eles só não aceitam discutir o papel da mídia. Quando entra este debate, aí eles levantam que é pressão do sindicalismo, é censura, é combate à liberdade de expressão. Então, a mídia tradicional interdita o debate sobre democracia na mídia.
Unidade - Como furar este bloqueio?
AB - Eu acho que o fato novo, o fenômeno novo, é o papel das mídias digitais. A internet abriu uma brecha tecnológica, que eles (barões da mídia) já estão querendo fechar. As mídias tradicionais interditam e as digitais escancaram. Elas tentam esconder, por exemplo, o propinoduto tucano, que há muito tempo ela esconde, de vez em quando sai uma notinha, uma materiazinha, mas abrandava. Diferente do tratamento do tal mensalão do PT. A mídia digital, esse midialivrismo, ele é pentelho, ele fica cutucando, cutucando e força, até a própria mídia tradicional a se pautar por ela. Porque ela fica com dificuldade de se esconder, ela não tem mais o total monopólio da palavra, porque essa mídia digital, a internet, possibilita outras vozes. Então, eu acho que cumpre um papel importantíssimo. Agora, também quem participa dessa mídia digital já percebeu o seguinte: faz guerrilha. A mídia tradicional é muito poderosa, ela controla os principais meios de comunicação de massa, quem controla TV controla tudo. Então, blogosfera, redes sociais, cumprem um papel importante, mas são guerrilhas. É uma guerrilha contra um exército regular. Aquilo é um poder muito grande, que se mostrou agora nos protestos de junho.
Quando essa mídia tradicional tentou canalizar os protestos, pegar carona nos protestos, de tentar pautar os protestos. Então, esse midialivrismo, essas redes sociais sabem que incomodam, mas elas não quebram esse poder. Por isso, essa turma já percebeu o seguinte: Ok! Precisamos fortalecer os nossos instrumentos, o nosso ativismo em rede, ativismo na rede, mas precisamos lutar para quebrar o monopólio do lado de lá. Então, são duas batalhas que se travam. É uma batalha para fortalecer esses instrumentos alternativos e outra batalha para quebrar os instrumentos tradicionais, quebrar o monopólio deles.
Uma grande batalha. Acho que o Projeto de Lei de Iniciativa Popular, neste caso, se encaixa como uma luva. Se ele vinga, o que vai depender de muita pressão, ele quebra de um lado o poder monopolístico e por outro lado fortalece a verdadeira liberdade de expressão, fortalece esse novo midiativismo."
Fonte:
Médicos cubanos
Grande a polêmica sobre a importação de médicos cubanos.Acusam D.Dilma de ter feito este acordo como forma indireta de enviar dinheiro a Cuba e que os médicos trabalhariam feito escravos.Eu apoio a vinda destes médicos.Se aqui em Itanhaém a Saúde é precária,imagine nos rincões de nosso país.Nenhum doutorzinho formado no Sudeste quer se submeter a condições árduas de trabalho,cuidando de pessoas carentes em regiões remotas.Preferem virar um "Dr.Hollywood" e tratar de dondocas na Rua Itapeva-SP,em sua maioria.
A população precisa de Saúde!Que sejam bem-vindos os médicos cubanos,espanhóis e quem mais quiser trabalhar sério e duro pelos nossos doentes!
A população precisa de Saúde!Que sejam bem-vindos os médicos cubanos,espanhóis e quem mais quiser trabalhar sério e duro pelos nossos doentes!
Ainda sobre a violência
E os moradores de Itanhaém assustados com a onda de assaltos às residências.Praia do Sonho,Suarão,Cibratel...ninguém está livre de ser abordado ao entrar em casa.A solução:não sair à noite,principalmente.Na rua onde moro,ontem,nem buzina de Pizza Delivery foi ouvida de noite.Parece que todos têm medo de abrir o portão e um assaltante aproveitar e entrar.
A Prefeitura deveria fazer um acordo com a PM,aumentar o patrulhamento,as rondas nos bairros.Não adianta a base móvel da PM apenas no Centro.Esta tem que ser estendida aos bairros.Havia um posto policial no Belas Artes que foi fechado.Os bairros necessitam de segurança,inclusive a periferia.
Deste jeito,moradores se mudam e turistas se afastam...
A Prefeitura deveria fazer um acordo com a PM,aumentar o patrulhamento,as rondas nos bairros.Não adianta a base móvel da PM apenas no Centro.Esta tem que ser estendida aos bairros.Havia um posto policial no Belas Artes que foi fechado.Os bairros necessitam de segurança,inclusive a periferia.
Deste jeito,moradores se mudam e turistas se afastam...
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Onda de violência na Praia do Sonho
Moradores da Praia do Sonho,principalmente da rua da Ciretran,assustados com o número de assaltos às residências.O último aconteceu sábado passado,quando os moradores chegavam em casa,à noite.
Agora,somos prisioneiros.Não podemos sair à noite com medo de que algo nos aconteça...E o 190 tocando Beatles enquanto se aguarda ser atendido!
Há uns 20 anos atrás,podíamos dormir de porta aberta,sem medo...
Rondas policiais mais ostensivas deveriam ser feitas.Quando eu morava em SP,na época do Governo Quércia,se não me engano,havia um carro de polícia que toda noite fazia ronda sempre no mesmo bairro,ganhando a confiança dos moradores,que se sentiam protegidos.Algo assim deveria ser feito em nossa cidade.Não é com blitz na porta do quartel,no pé da ´ponte,que vamos diminuir essa onda de assaltos.
E a Prefeitura também tem que se mexer!Fazer parceria com a Polícia para diminuir a violência,que afasta os turistas e faz com que os moradores pensem em se mudar daqui.
Coleta de lixo volta "ao normal" e truculência dos "catadores de poda"
E a coleta de lixo volta "ao normal" na Praia do Sonho.Hoje não passou lixeiro!Pelo visto,a tal nova licitação só vingou por uma semana.Ou será que os caminhões pintados de branco e os lixeiros de luvas só serviram pra tapar buraco?
E enquanto isso,com a tal lei de 2009, em que a Prefeitura não coleta mais poda de árvore e entulho,hoje passa um caminhão barulhento da Prefeitura pra recolher tais detritos.E um peão truculento sai do caminhão pra esmurrar o portão de uma casa que achou que devia ser a "dona" dos restos de árvore na esquina.A senhora de idade,que estava sozinha no momento,com razão,não atendeu à porta,com medo,com toda essa onda de violência.Quando outro morador chegou,o tal sujeito,em tom ameaçador,entregou um folheto dizendo que da próxima vez seriam multados!O morador,atônito,ficou sem ação com tamanha falta de preparo e violência do funcionário da Prefeitura.Seria caso de chamar a Polícia!O tal sujeito não tinha autoridade pra agir de tal forma.E nem se tivesse,não é modo de se educar a população.Aliás,o exemplo deveria vir de cima.Se a Prefeitura mantivesse a cidade limpa,com coleta regular de lixo,o descarte na rua seria inibido.
Em tempo,até outro dia,a Prefeitura recolhia entulho e poda sem estardalhaço.Agora,algum figurão deve ser sócio de empresa de caçamba....E a gente paga imposto pra ter as ruas limpas!Essa lei é de ex-prefeito,responsável pela "bela" urbanização da cidade,em que cortou árvores a granel e inventou aquelas quinas de calçada que só servem pra provocar acidente...E por que só agora entrou em vigor?
E que a Prefeitura prepare melhor seus funcionários!
E enquanto isso,com a tal lei de 2009, em que a Prefeitura não coleta mais poda de árvore e entulho,hoje passa um caminhão barulhento da Prefeitura pra recolher tais detritos.E um peão truculento sai do caminhão pra esmurrar o portão de uma casa que achou que devia ser a "dona" dos restos de árvore na esquina.A senhora de idade,que estava sozinha no momento,com razão,não atendeu à porta,com medo,com toda essa onda de violência.Quando outro morador chegou,o tal sujeito,em tom ameaçador,entregou um folheto dizendo que da próxima vez seriam multados!O morador,atônito,ficou sem ação com tamanha falta de preparo e violência do funcionário da Prefeitura.Seria caso de chamar a Polícia!O tal sujeito não tinha autoridade pra agir de tal forma.E nem se tivesse,não é modo de se educar a população.Aliás,o exemplo deveria vir de cima.Se a Prefeitura mantivesse a cidade limpa,com coleta regular de lixo,o descarte na rua seria inibido.
Em tempo,até outro dia,a Prefeitura recolhia entulho e poda sem estardalhaço.Agora,algum figurão deve ser sócio de empresa de caçamba....E a gente paga imposto pra ter as ruas limpas!Essa lei é de ex-prefeito,responsável pela "bela" urbanização da cidade,em que cortou árvores a granel e inventou aquelas quinas de calçada que só servem pra provocar acidente...E por que só agora entrou em vigor?
E que a Prefeitura prepare melhor seus funcionários!
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