TODA VIDA A DEUS PERTENCE
Dia desses,já falei da morte do gato de minha filha e volto ao assunto,sem esnobismo,de forma acadêmica.Quem tem um cão,um gato e até uma ave,um papagaio,integra o bichinho no seu cotidiano.E fica chateado,chocado,quando o veterinário,tal como um semi-deus no Universo,determina:"tem de sacrificar".
O assunto vem à baila,é oportuno,quando se falou muito sobre aborto.Eu estenderia o assunto para eutanásia,que vez por outra volta aos jornais.
A ciência,a pesquisa,estão ai para salvar vidas,melhorar a expectativa de longevidade,dar melhores condições "aos velhinhos".De vez em quando,fala-se de milagres da ciência e até divinos,como "atestar vida dos santos" canonizados.Verdade,credulidade,não somos sábios para discutir tais questões.
Mas o sentimento forte que fica é de que "a vida a Deus pertence" e qualquer ausência abre um vazio.Uma criança desamparada é um "bichinho de Deus" que merece o amparo de todos nós.
Diretamente ou através de serviços sociais é um dever de todos nós estender as mãos para quem precisa.Já disseram que quem dá aos pobres empresta a Deus.A caridade cristã,verdadeira,independente de credos,é um dever de todos nós.
Os americanos dizem que uma pessoa de caráter ama os animais.Uma pessoa de bem ama também os desvalidos.É Natal...
terça-feira, 30 de novembro de 2010
A bolha vai estourar?
O Estadão,neste dia 30/11,página 2,publica "tijolo" de Heitor Peixoto criando uma nuvem negra sobre o mercado imobiliário(tipo sub prime americano)."O mercado não se sustenta" e cita o Litoral Sul diretamente.Vale a pena conferir a íntegra:
Heitor Mello Peixoto - O Estado de S.Paulo
O Brasil vive um boom imobiliário. Milhões de famílias adquirem o primeiro imóvel, mudam para um maior ou investem num ativo real que tende a se valorizar com o tempo. É uma euforia geral. Nunca antes neste país o preço dos imóveis subiu tanto em tão pouco tempo.
Um amigo, por exemplo, vendeu há três anos um imóvel de dois dormitórios nos Jardins, em São Paulo, por R$ 160 mil. Hoje esse imóvel custa R$ 450 mil - valorização de 30% ao ano por quatro anos consecutivos. Um retorno invejável se comparado a outras aplicações. Pesquisa da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) revela que o preço do metro quadrado de imóveis de dois dormitórios em São Paulo subiu 42,86% no primeiro quadrimestre de 2010, na comparação com igual período de 2009. Segundo cálculos do administrador de investimentos Fabio Colombo, o capital investido no período em CDIs valorizou-se 9,19% e na caderneta de poupança, 6,68%. Em ouro, teve desvalorização de 6,84% e, em dólar, retração de 23,83%. Outro estudo da Embraesp mostra que o preço médio do metro quadrado do apartamento de um dormitório subiu 75% entre 2008 e 2010.
A questão é: esse crescimento é sustentável? Vivemos uma bolha imobiliária?
Para o grande grupo que afirma que não (banqueiros, investidores e construtores), esse crescimento é sustentável e a tendência é de mais alta nos preços. Essa maioria argumenta que o crédito imobiliário no País é baixo em relação ao PIB, algo em torno de 2%, insignificante se comparado aos 68% nos EUA, 75% na Inglaterra ou 20% no Chile. Também aponta o grande déficit habitacional do País, a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 como impulsores do crescimento do setor.
Não nos vamos iludir. Vivemos uma bolha imobiliária e ela pode estourar em breve. Alguns "sinais periféricos", no jargão dos futuristas, nos levam a pensar assim.
Regras básicas do negócio de imóveis: um pronto vale mais do que na planta, o aluguel gira em torno de 0,5% a 1% do seu valor, o preço do metro quadrado de dois semelhantes varia consideravelmente se tiverem "idades" muito diferentes. Para uma boa compra, muita pesquisa e paciência. Tais regras não valem atualmente.
Pode parecer sedutor um apartamento na planta no litoral sul de São Paulo vendido pelo mesmo preço de outro já pronto no mesmo empreendimento, em outra torre, com melhor localização. Mas o valor é parcelado, terá incidência de juros após a entrega das chaves. Tão estranho quanto isso é o fato de esses imóveis serem vendidos pelo mesmo preço de uma cobertura vizinha, pronta há três anos, mas com o dobro da área útil.
E por que pagar 50% a mais pelo metro quadrado por uma diferença de apenas três anos entre os imóveis, já que as demais condições (localização, infraestrutura, etc.) são as mesmas? A justificativa do corretor é a grande alta no preço dos terrenos nos últimos três anos. Ah, bom, então está explicado! Imóveis têm sido vendidos no prazo de uma semana - o prazo normal era de meses e até anos em épocas anteriores. Quebras de lógica assim já ocorreram no boom dos negócios da internet, no final dos anos 1990, e no boom dos flats em São Paulo, no início dos anos 2000. Ambas viraram bolhas que estouraram.
Recente reportagem na TV mostrou um casal que foi passear num shopping, entrou no estande de uma construtora e saiu com apartamento novo. Compra de apartamento por impulso? Essa é nova. Os aluguéis reforçam a suspeita. Em tese, a locação de um imóvel que duplicou de preço deveria também dobrar. Mas a renda do inquilino não duplicou no mesmo período. Se esses aumentos generalizados forem absorvidos pelo mercado, causarão pressão inflacionária generalizada pelo País. Imóveis residenciais para todas as faixas de renda e comerciais de todos os tamanhos sofrem alta. Pesquisa da Cushman & Wakefield aponta, por exemplo, que o preço em reais de locação do metro quadrado comercial de alto padrão, no Rio de Janeiro, subiu 60% entre o terceiro trimestre de 2009 e o terceiro trimestre de 2010.
Essa pressão inflacionária, se somada a outras possíveis, como o aumento da taxa de câmbio, pode desencadear inflação, já que um quinto dos bens consumidos hoje no Brasil provém do exterior. Mais inflação significa aumento da correção e do valor das parcelas de financiamentos superior ao que muita gente pode pagar. Começaria uma onda de inadimplência. Resultado: algo semelhante à crise do subprime americano. E lá a taxa de juros do crédito imobiliário é de 5%, ante os 12% daqui.
Se os aumentos de aluguel não forem absorvidos pelo mercado, o investimento em imóveis deixaria de ser interessante, pois o valor da locação cairia muito em termos porcentuais em relação ao valor do imóvel. Investidores teriam de vender "estoques" e buscar algo mais rentável, desencadeando uma onda de vendas, contribuindo para estourar a bolha.
O brasileiro, em geral, calcula se a parcela cabe no salário, esquece taxas de juros, manutenção, impostos e fator de correção monetária escolhido. Também nunca teve tanta disponibilidade de crédito, e aproveita - para imóvel, carro, eletrodomésticos, computador, etc. Recente Relatório de Inflação do Banco Central informa que as dívidas "comem" 23,8% da renda dos brasileiros, ante 17,02% dos americanos. E se a inflação subir? E se a China parar de crescer tanto? E se todo esse dinheiro estrangeiro que inunda o Brasil deixar o País em busca de outras praias, como será o dia seguinte? Em tempo: há uns dois anos não víamos tantos anúncios de imóveis novos em jornais com comparativos de preços por metro quadrado. Será um sinal de mudança no rumo dos ventos?
Agora é acompanhar a escolha de toda a equipe de Dilma, a inflação, a entrada de recursos no País, o desemprego e o mercado imobiliário em si. Sinceramente, espero estar errado. Mas não vou investir no mercado imobiliário até 2012.
SÓCIO-FUNDADOR DA EYESONFUTURE (WWW.EYESONFUTURE.COM.BR), CONSULTORIA ESPECIALIZADA EM CENÁRIOS EMPRESARIAIS, FOI SÓCIO-FUNDADOR DA BUSINESS SCHOOL SÃO PAULO (BSP)
Heitor Mello Peixoto - O Estado de S.Paulo
O Brasil vive um boom imobiliário. Milhões de famílias adquirem o primeiro imóvel, mudam para um maior ou investem num ativo real que tende a se valorizar com o tempo. É uma euforia geral. Nunca antes neste país o preço dos imóveis subiu tanto em tão pouco tempo.
Um amigo, por exemplo, vendeu há três anos um imóvel de dois dormitórios nos Jardins, em São Paulo, por R$ 160 mil. Hoje esse imóvel custa R$ 450 mil - valorização de 30% ao ano por quatro anos consecutivos. Um retorno invejável se comparado a outras aplicações. Pesquisa da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) revela que o preço do metro quadrado de imóveis de dois dormitórios em São Paulo subiu 42,86% no primeiro quadrimestre de 2010, na comparação com igual período de 2009. Segundo cálculos do administrador de investimentos Fabio Colombo, o capital investido no período em CDIs valorizou-se 9,19% e na caderneta de poupança, 6,68%. Em ouro, teve desvalorização de 6,84% e, em dólar, retração de 23,83%. Outro estudo da Embraesp mostra que o preço médio do metro quadrado do apartamento de um dormitório subiu 75% entre 2008 e 2010.
A questão é: esse crescimento é sustentável? Vivemos uma bolha imobiliária?
Para o grande grupo que afirma que não (banqueiros, investidores e construtores), esse crescimento é sustentável e a tendência é de mais alta nos preços. Essa maioria argumenta que o crédito imobiliário no País é baixo em relação ao PIB, algo em torno de 2%, insignificante se comparado aos 68% nos EUA, 75% na Inglaterra ou 20% no Chile. Também aponta o grande déficit habitacional do País, a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 como impulsores do crescimento do setor.
Não nos vamos iludir. Vivemos uma bolha imobiliária e ela pode estourar em breve. Alguns "sinais periféricos", no jargão dos futuristas, nos levam a pensar assim.
Regras básicas do negócio de imóveis: um pronto vale mais do que na planta, o aluguel gira em torno de 0,5% a 1% do seu valor, o preço do metro quadrado de dois semelhantes varia consideravelmente se tiverem "idades" muito diferentes. Para uma boa compra, muita pesquisa e paciência. Tais regras não valem atualmente.
Pode parecer sedutor um apartamento na planta no litoral sul de São Paulo vendido pelo mesmo preço de outro já pronto no mesmo empreendimento, em outra torre, com melhor localização. Mas o valor é parcelado, terá incidência de juros após a entrega das chaves. Tão estranho quanto isso é o fato de esses imóveis serem vendidos pelo mesmo preço de uma cobertura vizinha, pronta há três anos, mas com o dobro da área útil.
E por que pagar 50% a mais pelo metro quadrado por uma diferença de apenas três anos entre os imóveis, já que as demais condições (localização, infraestrutura, etc.) são as mesmas? A justificativa do corretor é a grande alta no preço dos terrenos nos últimos três anos. Ah, bom, então está explicado! Imóveis têm sido vendidos no prazo de uma semana - o prazo normal era de meses e até anos em épocas anteriores. Quebras de lógica assim já ocorreram no boom dos negócios da internet, no final dos anos 1990, e no boom dos flats em São Paulo, no início dos anos 2000. Ambas viraram bolhas que estouraram.
Recente reportagem na TV mostrou um casal que foi passear num shopping, entrou no estande de uma construtora e saiu com apartamento novo. Compra de apartamento por impulso? Essa é nova. Os aluguéis reforçam a suspeita. Em tese, a locação de um imóvel que duplicou de preço deveria também dobrar. Mas a renda do inquilino não duplicou no mesmo período. Se esses aumentos generalizados forem absorvidos pelo mercado, causarão pressão inflacionária generalizada pelo País. Imóveis residenciais para todas as faixas de renda e comerciais de todos os tamanhos sofrem alta. Pesquisa da Cushman & Wakefield aponta, por exemplo, que o preço em reais de locação do metro quadrado comercial de alto padrão, no Rio de Janeiro, subiu 60% entre o terceiro trimestre de 2009 e o terceiro trimestre de 2010.
Essa pressão inflacionária, se somada a outras possíveis, como o aumento da taxa de câmbio, pode desencadear inflação, já que um quinto dos bens consumidos hoje no Brasil provém do exterior. Mais inflação significa aumento da correção e do valor das parcelas de financiamentos superior ao que muita gente pode pagar. Começaria uma onda de inadimplência. Resultado: algo semelhante à crise do subprime americano. E lá a taxa de juros do crédito imobiliário é de 5%, ante os 12% daqui.
Se os aumentos de aluguel não forem absorvidos pelo mercado, o investimento em imóveis deixaria de ser interessante, pois o valor da locação cairia muito em termos porcentuais em relação ao valor do imóvel. Investidores teriam de vender "estoques" e buscar algo mais rentável, desencadeando uma onda de vendas, contribuindo para estourar a bolha.
O brasileiro, em geral, calcula se a parcela cabe no salário, esquece taxas de juros, manutenção, impostos e fator de correção monetária escolhido. Também nunca teve tanta disponibilidade de crédito, e aproveita - para imóvel, carro, eletrodomésticos, computador, etc. Recente Relatório de Inflação do Banco Central informa que as dívidas "comem" 23,8% da renda dos brasileiros, ante 17,02% dos americanos. E se a inflação subir? E se a China parar de crescer tanto? E se todo esse dinheiro estrangeiro que inunda o Brasil deixar o País em busca de outras praias, como será o dia seguinte? Em tempo: há uns dois anos não víamos tantos anúncios de imóveis novos em jornais com comparativos de preços por metro quadrado. Será um sinal de mudança no rumo dos ventos?
Agora é acompanhar a escolha de toda a equipe de Dilma, a inflação, a entrada de recursos no País, o desemprego e o mercado imobiliário em si. Sinceramente, espero estar errado. Mas não vou investir no mercado imobiliário até 2012.
SÓCIO-FUNDADOR DA EYESONFUTURE (WWW.EYESONFUTURE.COM.BR), CONSULTORIA ESPECIALIZADA EM CENÁRIOS EMPRESARIAIS, FOI SÓCIO-FUNDADOR DA BUSINESS SCHOOL SÃO PAULO (BSP)
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
#Os amigos de Dilma serão mais de 7 mil em cargos de confiança.Amigos de Dilma ou de Lula,que manteve "metade do Ministério".Parece que a Dilma guerrilheira não tem "culhões" para enfrentar o sapo barbudo.Ao que parece,ele continua mandando: Mantega,Marco Aurélio Garcia,Paulo Bernardo e outras pérolas.Dilma deveria dar a sua cara ao Ministério.Teria pelo menos o benefício da dúvida de todos os brasileiros...
#E o IBFE fecha números em 171 cidades com mais de 100 mil habitantes no país.Continuamos a por em dúvida os tais 85 mil de Itanhaém.E quem cresceu mais no país foi Rio das Ostras,cidade dormitório de Macaé(RJ),com 178%(mais de 100 mil habitantes),arcando todas as benesses e problemas do petróleo...Somos 185 milhões de brasileiros...
#E o IBFE fecha números em 171 cidades com mais de 100 mil habitantes no país.Continuamos a por em dúvida os tais 85 mil de Itanhaém.E quem cresceu mais no país foi Rio das Ostras,cidade dormitório de Macaé(RJ),com 178%(mais de 100 mil habitantes),arcando todas as benesses e problemas do petróleo...Somos 185 milhões de brasileiros...
"Um ser humano como outro qualquer..."Somente quem tem um bichinho,um animal de estimação sente a profundidade da frase acima,de Magri ou Vicente Matheus,não sei...
Tico se foi,o gato de estimação da minha filha,de todos nós,da família...E gora,quem vai tirar o telefone do gancho,se enfiar na geladeira,pular no sofá em cima da gente,ir dormir com a cabecinha no teclado do notebook e outras manias?
Tico era um ser humano como poucos,não como outro qualquer.Nunca traiu ou foi desleal com ninguém...
sábado, 27 de novembro de 2010
#E Nelson Motta(Estadão)tem razão em seu artigo sobre o flagelo do Rio.Mudança da Capital para Brasília,fim do Estado da Guanabara,Garotinhos e Brizolas da vida("co-existência pacífica"),"nunca antes neste país..."Só falta dinamitarem o Redentor...
#BOLEIROS:Para quem pergunta,Itanhaém foi o 46°(12,5 pontos)nos Jogos Abertos de Santos,entre mais de 600 municípios.Fora Santos e os "grandes"da Baixada,Itanhaém foi melhor do que Peruíbe(88°),e diversos municípios do Litoral Norte.André Caldas à frente da moçada.
E a Portuguesa,mais uma vez,patina.Futebol paulista perde dois(Prudente e Guarani).Sobram os 4 e Minas,com o América.Chega a três.
#BOLEIROS:Para quem pergunta,Itanhaém foi o 46°(12,5 pontos)nos Jogos Abertos de Santos,entre mais de 600 municípios.Fora Santos e os "grandes"da Baixada,Itanhaém foi melhor do que Peruíbe(88°),e diversos municípios do Litoral Norte.André Caldas à frente da moçada.
E a Portuguesa,mais uma vez,patina.Futebol paulista perde dois(Prudente e Guarani).Sobram os 4 e Minas,com o América.Chega a três.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
#Ruy é o candidato da casa,garantem os mais chegados.O resto é o resto,conversa.Dizem por ai.Carregou o piano e mereceu respeito...
#E o Rio Maravilha vai ser sede da Copa e dar Olimpíadas.A prova onde receberemos medalhas serão tiro ao povo,além da prova de veículos queimados.E Cabral,o governador,descobriu uma tal de UPP,Unidade de Paranóicos e Predadores.E esse é o exemplo de governo para o pís.Segundo os mesmos,com sua técnica guerrilheira,dona Stella Rousseff poderia por ordem na favela.
#E o Haiti é aqui...Quanto pior,melhor.O curioso é que a guerra carioca esperou o fim das eleições.Um país de mentira,sem comando.
#Felipão,que papelão...Muito brulho,pouca música.Depois da Copa de 2002,Felipão ficou sempre no quase...Aliás,na era Parmalat,jogou a Copa Toyota(Mundial) no lixo.Agora desprezou o Brasileirão.Está com 50 pontos e entregou 3 jogos.Com mais de 4 pontos,estaria disputando a quarta vaga."Quiaquiarone",como diriam os italianos;parlapatão,cascateiro cá no Brasil.Felipão poderia ir para o Timãozinho.Muito barulho,pouca música...
#E o Rio Maravilha vai ser sede da Copa e dar Olimpíadas.A prova onde receberemos medalhas serão tiro ao povo,além da prova de veículos queimados.E Cabral,o governador,descobriu uma tal de UPP,Unidade de Paranóicos e Predadores.E esse é o exemplo de governo para o pís.Segundo os mesmos,com sua técnica guerrilheira,dona Stella Rousseff poderia por ordem na favela.
#E o Haiti é aqui...Quanto pior,melhor.O curioso é que a guerra carioca esperou o fim das eleições.Um país de mentira,sem comando.
#Felipão,que papelão...Muito brulho,pouca música.Depois da Copa de 2002,Felipão ficou sempre no quase...Aliás,na era Parmalat,jogou a Copa Toyota(Mundial) no lixo.Agora desprezou o Brasileirão.Está com 50 pontos e entregou 3 jogos.Com mais de 4 pontos,estaria disputando a quarta vaga."Quiaquiarone",como diriam os italianos;parlapatão,cascateiro cá no Brasil.Felipão poderia ir para o Timãozinho.Muito barulho,pouca música...
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